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CHC 107 - Outubro de 2000
Assim como os ponteiros, a sombra, a água e areia podem nos ajudar com a contagem do tempo. Duvida? Na CHC 107, você vai conhecer relógios que funcionaram durante séculos sem corda ou bateria. E o melhor: vai aprender a fazer seu próprio relógio de sol! Acompanhe também o relato de crianças que transformaram um passeio a um terreno baldio em uma aventura científica. Na Galeria, apresentamos a você uma árvore: a aroeira. Mas não esquecemos da bicharada! Conheça este mês o peixe-boi, um gigante aquático muito dócil e inofensivo. Esta edição está imperdível: aproveite!


O tique-taque dos velhos tempos
Você conseguiria contar a passagem das horas sem o ritmo ditado pelos relógios? A CHC 107 mostra que isso é possível! Os povos antigos observavam a natureza para marcar o tempo: eles criaram relógios baseados no movimento do sol e nas estrelas. No entanto, antes de usar os astros, existiam objetos para marcar frações de tempo que funcionavam com areia e com água. Muitos destes instrumentos vêm orientando a invenção de novos relógios. Leia logo esta matéria para saber como os povos antigos mediam o tempo!

Gigante inofensivo e ameaçado
Você sabia que o peixe-boi já habitava a Terra há 45 milhões de anos? Porém, agora, devido à interferência do homem no meio ambiente, ele corre o risco de se extinguir. Esse gigante, que come quando está acordado e dorme quando está de barriga cheia, sofre com a ação dos pescadores. Em outubro, CHC mostra os hábitos e características desse mamífero e ainda fala do Projeto Peixe-Boi, uma iniciativa que tenta evitar o desaparecimento desse animal tão importante para o meio ambiente marinho.

Galeria - flora ameaçada
Nossa galeria apresenta a vocês uma árvore este mês: a aroeira, comum em Minas Gerais e na Bahia, mas encontrada também do Ceará ao Paraná. Ela pode atingir 20 metros, tem a madeira vermelha e impressiona por sua resistência: um cubo feito de seu tronco, medindo um centímetro de aresta, suporta um peso de até 700 quilos! Mas as aroeiras correm risco de extinção, pois estão sendo cortadas em um ritmo mais rápido do que conseguem se reproduzir...

E mais...
Conto, quadrinhos, jogos, cartas e bate-papo!

 

Nossa reunião sobre sexo, reprodução e aids
A aids é uma doença que pode ser transmitida pelo sexo, pelo sangue contaminado - por transfusões e pelo uso das mesmas agulhas - e da mãe para o bebê, dentro do útero, na hora do nascimento ou pelo leite materno contaminado. Um encarte especial de CHC 107 explica a transmissão por meio das relações sexuais, a partir da descrição do aparelho reprodutório de meninos e meninas.

Aventura no terreno baldio
Muitas vezes, é possível encontrar em terrenos baldios copos de plástico, pedaços de papel, madeiras e latinhas de refrigerante em meio ao mato. Mas debaixo de todo esse lixo, pode haver muita cor, movimento, plantas e animais envolvidos em relações interessantes. Acompanhe na CHC deste mês a experiência de uma professora que levou sua turma para fazer uma pesquisa em um terreno baldio sobre as cadeias alimentares e a vegetação local: eles fizeram descobertas surpreendentes!

Pedra, bronze, história... Estátua!
Você sabe qual é a função das estátuas, bustos e outros monumentos que existem na maioria das cidades? Além, é claro, de servir como decoração, eles perpetuam a memória de um povo, relembrando personagens e episódios históricos. Porém, na matéria sobre monumentos neste número de CHC, vai descobrir também que eles representam na maioria das vezes a história oficial - aquela que agrada aos que estão no poder. Você já parou para se perguntar quantas estátuas dedicadas a negros ou índios existem na sua cidade?

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