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CHC 113 - Maio de 2001
Você conhece um ser vivo que consegue resistir a longas temporadas de seca? Em Ciência Hoje das Crianças 113, você será apresentado aos cactos, que são verdadeiros especialistas em driblar a sede. Na mesma edição, passe também do clima quente e seco a temperaturas mais amenas e descubra como a força do vento vem sendo uma aliada do homem para realizar diferentes atividades. Pegue ainda uma carona na brisa da imaginação e conheça Ida Pfeiffer, uma dona-de-casa do século 19 que viajou pelo planeta fazendo anotações e foi reconhecida por cientistas da sua época. Para completar, descubra o que fazem os astrônomos em seu dia-a-dia! Boa leitura e até a próxima!


A dona-de-casa que percorreu o planeta
No século 19, viveu uma mulher que deixaria muitos aventureiros do cinema, como Indiana Jones, morrendo de inveja. De dona-de-casa em Viena, capital da Áustria, Ida Laura Pfeiffer entrou para a história da ciência por ter se tornado uma exploradora de lugares selvagens e desconhecidos. Ao longo de 15 anos, ela deu duas voltas em torno do mundo e conheceu os mais diferentes lugares, incluindo China, Índia, Oriente Médio, Indonésia, Madagascar... e o Brasil também! Conheça a incrível história dessa mulher em CHC 113!

Quando crescer, vou ser... astrônomo!
Imagine como deve ser legal explorar o universo: descobrir diversos cometas que estão em órbita elíptica em torno do Sol, catalogar os meteoros que estão vagando pelo espaço e presenciar o nascimento e morte de estrelas. Isso é o que fazem os astrônomos, cientistas que pesquisam o que são os corpos celestes, procuram saber como planetas, estrelas e satélites surgiram, qual é a constituição deles e a que distância estão da Terra. Mas não é só isso que eles fazem! Para conhecer mais sobre o dia-a-dia dos astrônomos e saber o que é preciso para se tornar um deles, não deixe de ler a CHC de maio!

Galeria de bichos ameaçados
Quem um dia visitar regiões de cerrado do Centro-oeste do Brasil ou no Oeste do Paraguai deve estar preparado para encontrar um rato silvestre de patas robustas, unhas longas e fortes, orelhas pequenas e pêlos macios e brilhantes de cor cinza-escuro. Trata-se da Kunsia tomentosus - o maior representante ainda existente de um grupo de roedores que só ocorre no continente americano. Esse rato do cerrado é a estrela da Galeria de bichos ameaçados da CHC 113.

E mais...
Quadrinhos, conto, jogos, bate-papo, cartas e um poema!

 

Especialistas em driblar a sede
A paisagem é assim: sol a pino, nenhum riacho à vista, raros animais pastando, solo seco, pedras e... plantas. Plantas? Isso mesmo! Em regiões desérticas e semi-áridas - como a caatinga, no Nordeste brasileiro -, algumas plantas resistem à falta d'água e, por isso, atraem a atenção de muitos pesquisadores. Estamos falando dos cactos! Mesmo atravessando longos períodos sem chuvas, eles conseguem permanecer verdes e vigorosos. Suas formas são variadas, a maioria tem espinhos e alguns dão flores muito vistosas. Ficou curioso? Isso é só uma amostra do que você vai encontrar na matéria de capa desta edição de CHC! 

Mir - a primeira escola no espaço
Na madrugada de 23 de março de 2001, foi lançada no Oceano Pacífico a estação espacial Mir, uma verdadeira escola que ficava no espaço, girando em torno da Terra, a quase 400 quilômetros de distância. Ela passou 15 anos em órbita do nosso planeta, e recebeu 104 alunos - astronautas vindos de vários países. Mais do que uma estação espacial, a Mir foi uma escola como nenhuma outra, em que se estudava como viver e sobreviver no espaço. Leia mais sobre ela nesta edição de CHC!

Com o vento a favor
Às vezes, ele chega tão de mansinho que nem o escutamos assobiando ao passar. Em outros momentos, porém, sua força aumenta e é preciso tirar as roupas do varal o mais rápido possível. Volta e meia, há quem reclame de ele atrapalhar o jogo de futebol, desviando o curso da bola. Mas ele pode também ser muito útil, se soubermos aproveitar sua força. Já sabe de quem estamos falando? Do vento! Na CHC de maio, você vai aprender como o homem tem usado a força do vento em seu benefício há milhares de anos, dos moinhos da Pérsia antiga às modernas turbinas eólicas usadas para gerar eletricidade!

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