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CHC114 - Junho de 2001
Eles foram chamados de índios pelos colonizadores espanhóis como se formassem um povo só. Hoje, sabe-se que os incas, os maias e os astecas faziam parte de três civilizações distintas. Em Ciência Hoje das Crianças 114, descubra as semelhanças e diferenças entre esses povos que marcaram a história do continente americano. Aproveitamos a viagem para ir um pouco mais longe na investigação dos maias, verdadeiros craques em matemática! Depois de tantos números, um mergulho pode ajudar a esfriar a cabeça e a revelar quem são os animais marinhos que vivem num ambiente interessante: o costão rochoso. Por falar em interessante, você precisa visitar a anfisbena -- um bicho de nome esquisito e de hábitos curiosos... Divirta-se e até a próxima!


Muito prazer, meu nome é anfisbena
Você já ouviu falar da anfisbena? Esse bicho de nome esquisito é o único réptil realmente escavador. Todas as espécies de anfisbenas - que são mais de 150! - são esguias, parecem cobras e poucas vezes sobem à superfície. Quem já viu jura de pés juntos que elas têm duas cabeças! Pior ainda: duas cabeças sem olhos! Aaaaaaargh!! Mas nem tudo o que se fala sobre esses estranhos animais é verdade... Para saber quando surgiram, onde moram e como se alimentam e enxergam as anfisbenas, só mesmo lendo CHC 114!

Quem mora no costão?
Aquelas rochas altas, localizadas próximas das praias, onde os pescadores costumam sentar para jogar o anzol e outras pessoas vão para apreciar a natureza são chamadas de costões rochosos. Grudados neles e ao seu redor, vivem muitos seres, desde peixes até algas e cracas. Quer conhecer melhor esse ambiente? Então prenda a respiração e mergulhe na CHC de junho, que apresenta um panorama dos seres vivos que habitam os costões: mexilhões, alfaces-do-mar, caranguejos...

Incas, maias e astecas - 3 tesouros na América
Com suas grandes, belas e organizadas cidades-estados, os incas, maias e astecas impressionaram os espanhóis que aportaram no continente americano no século 16. Aliás, eles surpreendem até hoje: o que restou de seus templos e outras obras de arquitetura são tesouros que encantam os turistas que visitam o México, o Peru e a Guatemala. Embora eles tivessem sido chamados de índios pelos europeus, havia muitas diferenças entre eles, como línguas, hábitos e costumes. Esses povos e suas culturas impressionantes são o tema da matéria de capa de CHC 114. Não perca!

Contando com os maias
Por volta do ano 500 antes de Cristo, foi desenvolvido um sistema de numeração numa cidade ao sul da região habitada pelos maias, onde hoje é o sul do México. Esse sistema é considerado um dos mais refinados do mundo para a época. Por ele, qualquer número podia ser representado usando apenas combinações de três símbolos. Um dos grandes avanços desse sistema foi a invenção do zero, que outras civilizações não conheciam. Conheça melhor a matemática dos maias nesta edição de CHC!

E mais...
Jogos, conto do folclore maia, bate-papo, cartas e um poema!

 

Quando crescer, vou ser... matemático!
O que será preciso para se tornar um matemático? Nesta edição de CHC, você vai descobrir que nem só os alunos brilhantes da classe podem sonhar em ser matemáticos... Para trabalhar com álgebra ou geometria, você precisa saber formular perguntas e encontrar respostas, ser uma pessoa perseverante, ter dedicação, concentração... e gosto pelo estudo! Descubra ainda o que estudam os matemáticos na universidade e como eles podem usar seu conhecimento para resolver problemas práticos!

Brincando com ímãs
Haverá alguma maneira de pegar uma moeda sem colocar as mãos sobre ela? O Zíper garante que sim! Esse é o desafio que ele propôs ao Rex e à Diná. Será mágica? Na verdade, não se trata de magia, mas de uma propriedade chamada magnetismo. Certos materiais, como o ímã, possuem essa propriedade e são capazes de atrair pedaços de ferro e outros metais. Na CHC de junho, você vai encontrar diversas experiências que vão ajudá-lo a entender melhor quais materiais são atraídos por ímãs e o que é magnetismo.

Por que sentimos coceira?
Você já parou para se perguntar por que sentimos a desagradável coceira? Essa sensação é um aviso de que o corpo entrou em contato com alguma substância estranha, como a saliva de um mosquito, por exemplo. Justamente por ser desagradável, a coceira tem a importante função de nos manter longe da poeira, remédio, planta ou inseto que a provocou. Descubra em CHC 114 o que acontece no seu organismo num ataque de coceira e por que ela é importante para seu sistema de defesa!

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