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CHC 117 - Setembro de 2001
Água na boca, algodão-doce na mão e ciência na cabeça. É hora de descobrir como o açúcar se transforma em guloseimas! Você também vai entender por que adoramos açúcar e aprenderá a fazer maçã do amor. Humm! Agora, anote esta dica da Galeria: se ouvir o tropeiro-da-serra cantar, procure abrigo! Reza a lenda que o canto dessa ave é sinal de chuva. Já pensou se você esquecer a sua Ciência Hoje das Crianças no temporal? Será preciso chamar um filólogo para reconstituir o texto. Nunca ouviu falar nesse profissional? Então dê uma espiada na seção Quando crescer, vou ser... Ah! Aproveite para ler uma pequena história sobre a origem dos mitos! Boa leitura!


Pequena história do mito
Você já ouviu algum adulto dizer de alguém que "Fulano é um mito"? Ou então "Ah, isso é mito!"? Neste caso, é a mesma coisa que dizer: "Isso é conversa para boi dormir!", como referência a algo que não é verdade. Mas afinal, o que são mitos? Se você olhar no dicionário, vai ver que o mito pode ser uma narrativa dos tempos fabulosos ou heróicos, uma narrativa de significação simbólica ou ainda a representação de fatos ou personagens reais exagerada pela imaginação popular. Essa definição só serviu para complicar? Então corra para ler o artigo que abre esta edição da CHC, que vai explicar direitinho o que são e como surgiram os mitos!

Galeria de bichos ameaçados
Reza a lenda que quando o tropeiro-da-serra canta é sinal de que a chuva se aproxima. Não há dados que confirmem a crença popular, mas os pesquisadores já fizeram outras observações sobre o comportamento dessa ave, encontrada no Sul e Sudeste brasileiro, em regiões montanhosas da Mata Atlântica pouco exploradas pelo homem. O tropeiro-da-serra, que é o protagonista da galeria de bichos ameaçados deste mês, é uma ave tímida e difícil de ser avistada. Ele é marrom, se alimenta basicamente de frutas e contribui para a disseminação de plantas. Saiba mais na Galeria!

Cenas do racionamento
É tempo de racionamento de energia elétrica e Rex, Diná e Zíper - os mascotes da revista - resolveram conversar sobre o assunto. O Rex foi veemente: proibiu a Diná de deixar a cafeteira ligada o dia inteiro, o Zíper de contemplar o conteúdo da geladeira com a porta aberta e prometeu tomar banhos de cinco minutos com o chuveiro quente. E todos passaram a acumular as roupas para passá-las uma vez por semana. Acompanhe a discussão deles na CHC deste mês e você vai entender melhor por que agora todas as casas têm um limite máximo de consumo de energia e como é possível economizar energia!

E mais...
Conto, um experimento que mostra como nossas sensações de quente ou frio podem variar de acordo com a temperatura do nosso corpo, jogos, bate-papo, cartas e um poema!

 

Ciência com gosto de açúcar
Bolo, pudim, pavê, brigadeiro, goiabada, cocada, sorvete, suspiro... Qual a criança (ou o adulto!) que não gosta de doce? Aproveitando essa paixão, a CHC de setembro traz para você uma série de textos que mostram a ciência que existe por trás dessas guloseimas e da nossa atração por elas! Você vai entender, por exemplo, o que acontece com as moléculas de açúcar quando ele toma a forma e consistência do algodão-doce ou do caramelo. Veja ainda como funciona a máquina de fazer algodão-doce e descubra por que adoramos açúcar: a ação desse alimento em nosso cérebro produz efeitos sobre o nosso humor e comportamento. Mas não vá abusar dos doces, porque açúcar em excesso tem uma conseqüência má: a obesidade!

Quando crescer, vou ser... filólogo
Você sabia que existe um profissional que estuda a evolução histórica das línguas por meio de textos escritos? Trata-se do filólogo! Ele é capaz de completar lacunas existentes nesses documentos e de restaurar o texto original do autor a partir de cópias. O filólogo estuda a maneira como um autor escreve e pode determinar como foi escrito o texto original. Ele pode também interpretar um texto e tentar reconstituir a época em que foi redigido. Para saber mais sobre a rotina e as funções desses pesquisadores, não perca a seção Quando crescer, vou ser... de CHC 117! 

Por que suamos?
Em uma frase, podemos dizer que é para regular a temperatura do corpo. Quando ele se aquece além do normal, suamos para fazê-lo resfriar. Quem entra em ação nessa hora são as mais de dois milhões de glândulas sudoríparas que temos espalhadas por todo o corpo. Mas como o suor é formado de água e sais minerais, quando suamos muito, precisamos tomar bastante líquido e redobrar os cuidados com a alimentação, para repor o que o corpo perdeu, evitando a desidratação. Em setembro, a CHC explica para você o funcionamento do suor. E você vai descobrir ainda que os bichos também suam!

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