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CHC 127 - Agosto de 2002
Pense numa maneira de medir e pesar o que está a sua volta se não existissem o metro, o litro e o quilograma. Impossível? Até que não. Nesta edição, contamos a história das diversas unidades de medida existentes no passado e da necessidade de padronizá-las para que todos os países tivessem as mesmas referências. Por falar em passado, esta edição conta ainda também o que faz um paleontólogo e como era a vegetação no tempo dos dinossauros. De volta ao presente, veja o que você pode fazer para evitar a extinção do lagartinho-branco-da-areia. Para encerrar, solte aquela gargalhada e confira por que rimos! Boa leitura, boas risadas e... até a próxima!


Vegetações pré-históricas
Quando imaginamos como era o mundo era há milhões de anos, logo pensamos nos dinossauros. Mas, na pré-história, havia também insetos, vermes, plantas e fungos, por exemplo. Você sabia que, em épocas passadas, existiram plantas diferentes das atuais? Entre 345 milhões de anos e 65 milhões de anos atrás, por exemplo, viveu um grupo de plantas parecidas com as samambaias que existem hoje. Já entre 395 milhões de anos e 280 milhões de anos atrás, existiu um outro grupo de plantas que tinham troncos parecidos com os dos pinheiros atuais. Para conhecer melhor as plantas da pré-história, que tal ler este artigo que abre a CHC de agosto?

Galeria de bichos ameaçados
Tem lagarto na praia? Tem sim! E ele vive bem próximo ao mar! Seu nome é lagartinho-branco-da-areia ou lagartixa-da-areia, um habitante da vegetação rasteira de dunas e praias - áreas chamadas de restingas. Como só existe no estado do Rio de Janeiro, esse réptil é considerado uma espécie endêmica - encontrada em apenas uma região do planeta. Infelizmente, esse lagarto de coloração cinza com uma faixa laranja nas costas e pequenas tiras brancas e marrons nas laterais está ameaçado de extinção. Para entender os motivos e saber o que você pode fazer para evitar isso, leia a Galeria de bichos ameaçados deste mês.

Um minijardim de cactos
Diná resolveu fazer um minijardim em sua casa! Mas como sempre se esquece de molhar as plantas, a "dinossaura" decidiu que só terá cactos! Se você também adoraria ter um minijardim inspirado nas regiões áridas e semi-áridas, mãos à obra! É só seguir as instruções que você encontra nesta edição!

Por que rimos?
Você já deu uma risadinha hoje? Aposto que sim! Todos nós rimos ou sorrimos várias vezes ao dia: para cumprimentar alguém, ao fazer ou ouvir alguma gracinha ou quando estamos brincando com um amigo. Esses exemplos mostram que o nosso riso ocorre basicamente em situações sociais, ou seja, em momentos de felicidade, prazer e brincadeiras. Os cientistas sabem que o riso não é apenas uma manifestação de alegria. Nesta edição de CHC, você vai descobrir que esse comportamento tem uma função comunicativa e pode manifestar várias emoções!

Pesos e medidas
Quanto pesa aquele pacote de batata? Que altura tem o seu irmão mais novo? E quanto sobrou de guaraná na garrafa? Para responder a essas perguntas, você precisa conhecer algumas unidades de medidas, como o metro, o litro e o quilograma. Ah! Você já as conhece? Então, diga lá: como foi que elas surgiram? A história das unidades de medida começa há muuuitos anos, quando o homem vivia em pequenos grupos viajando em busca de alimento... Para conhecer em detalhes a resposta a essa questão, acompanhe a matéria de capa desta edição de CHC!

Hanseníase e tuberculose têm solução!
Nesta edição, você vai conhecer detalhes sobre a hanseníase e a tuberculose, duas doenças causadas por bactérias e transmitidas pelas vias aéreas superiores. Ambas têm cura e tratamento gratuito nos postos de saúde do governo. A hanseníase, também chamada de lepra, é causada por um micróbio que se aloja e se multiplica dentro das células que formam a pele e os nervos. Já a tuberculose se desenvolve dentro de células do pulmão. Seus sintomas variam de febre baixa, suor à noite e falta de apetite a tosse com expectoração e emagrecimento.

Quando crescer, vou ser... paleontólogo!
Há milhões de anos, surgiram os primeiros habitantes do nosso planeta! Muito tempo depois, as plantas, os insetos e os peixes foram aparecendo. Novos tipos de vida vieram com os dinossauros, os répteis voadores, as primeiras aves de caudas compridas e dentes e, após muito tempo, as preguiças gigantes. Com tantos seres que já não existem, era preciso um novo profissional capaz de reconstituir a história da vida na Terra. Assim, surgiu o paleontólogo que, munido de picareta, martelo, paciência e muito estudo no laboratório, tenta recuperar o passado da vida na Terra. Quer saber mais sobre o trabalho desse pesquisador? Não perca então a seção Quando crescer, vou ser... de agosto!

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