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REVISTA CH 166 :: NOVEMBRO DE 2000
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DESTAQUE Projeto Genoma: o que esperar, o que temer? Terminado o seqüenciamento completo do genoma humano, os cientistas se preparam para determinar as funções e interações dos cerca de 100 mil genes identificados para determinar como o DNA é lido e aplicado pelas células do organismo. A matéria de capa de CH 166 avalia os impactos do seqüenciamento do genoma e os principais problemas éticos e filosóficos que ele implica.
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O leitor pergunta
Quantas são as línguas faladas no mundo? Quais os problemas causados pelo cigarro em nosso organismo? Os ciclos de emagrecimento e engorda vividos por obesos trazem alguma conseqüência negativa para a saúde? E o que confere a dureza ao grão de pólen, tornando-o quase indestrutível? Leia mais na seção deste mês.
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Entrevista: Michel Paty - O século de Einstein
Famoso e incompreendido, Albert Einstein lançou certa vez a seguinte pergunta: "Por que será que ninguém me entende, mas todos me adoram?". Na entrevista de CH 166, o filósofo francês Michel Paty afirma que a obra do pai da teoria da relatividade geral nasceu de uma busca profunda, um questionamento que merece ser considerado verdadeiramente filosófico.
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Mundo de Ciência
A capacidade de aprendizado vocal por imitação de indivíduos da mesma espécie é um comportamento complexo e raro, presente em humanos, cetáceos, morcegos, papagaios e pássaros canoros. Um estudo recente identificou as regiões cerebrais responsáveis pelo controle do canto em beija-flores. Leia mais sobre essa pesquisa e sobre outras novidades da produção científica internacional na seção Mundo de Ciência de novembro.
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Technologia: Campos maduros - oportunidade para empresas nacionais no setor do petróleo
A maior parte do petróleo consumido no mundo atual é produzido por grandes companhias transnacionais. No Brasil, desde o final do monopólio estatal do petróleo, em 1997, as portas para a entrada das empresas independentes vêm sendo gradativamente abertas. O encarte Technologia de CH 166 apresenta o programa da Agência Nacional do Petróleo (ANP) para a entrada das empresas independentes nas atividades petrolíferas no Brasil. |
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Radioatividade natural
Em geral associados ao uso da energia nuclear, os riscos da radioatividade podem existir mesmo em situações em que esse tipo de energia não esteja envolvido. Nesta edição, CH apresenta os resultados de seis anos de uma pesquisa concebida para avaliar a extensão desse problema no Brasil, em especial no setor mineral.
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Os 500 anos da língua portuguesa no Brasil
Ao se comparar o português falado no Brasil e em Portugal, notam-se diferenças evidentes. No entanto, estudar a língua portuguesa é mais do que relacionar o que é formalmente certo ou errado, como procura mostrar este artigo de CH 166. A análise de um idioma requer que se conheça seu funcionamento, no passado e no presente - incluindo as variações em função das regiões, dos segmentos sociais, da formalidade da situação e da geração.
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Em dia
A seção Em Dia apresenta em novembro o Projeto SOS Falconiformes, que reabilita e reintroduz na natureza águias, gaviões, abutres e falcões que não conseguem se alimentar sozinhos no ambiente natural porque nasceram ou passaram longo período em cativeiro. Nesta seção, saiba sobre o desenvolvimento de materiais ferroelétricos para a produção de componentes eletrônicos, sobre a pesquisa que traça o perfil dos freqüentadores de shopping centers e sobre as propostas para a preservação do caranguejo-uçá.
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Opinião: Mistura ou diferença - qual a esperança na globalização e na crise?
O antropólogo Otávio Velho, do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, assina a seção Opinião de CH em novembro, partindo de um texto de Carlos Lessa - 'Globalização e crise: alguma esperança?' - publicado em CH 162. Velho ressalta os pontos importantes do artigo de Lessa. "Em ciências sociais, é crucial tentar distinguir o que é irreversível do que não é", diz Velho.
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Opinião (2): A informação ideológica pela imagem e o anacronismo da pós-modernidade
A seção Opinião deste mês traz ainda um segundo texto, assinado por Carlos Fernando Galvão, do Colégio Estadual Celestino da Silva, no Rio de Janeiro, que também tece reflexões a partir de temas propostos no texto de Carlos Lessa. Galvão se opõe ao pós-modernismo, segundo ele um fracasso como fundamento teórico por apontar para a fragmentação como inevitável.
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Primeira linha: Recifes de corais ou recifes de algas?
Em muitos dos lugares brasileiros onde há recifes, como o Parque Nacional de Abrolhos, as algas coralíneas (vegetais rígidos e de coloração avermelhada) predominam sobre os corais verdadeiros na cobertura dessas formações. Em novembro, a seção Primeira Linha apresenta um estudo do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro que analisa a cobertura dos recifes por esses organismos, com a intenção de investigar a proporção de algas coralíneas.
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Memória: Os olhos não vêem, a pele detecta
Há dois séculos, o músico e astrônomo alemão Friedrich W. Herschel (1738-1822) descobriu a radiação infravermelha. A seção Memória de CH 166 relembra a descoberta de Herschel que, embora não possa ser vista pelo olho humano, é percebida pela pele e nos beneficia hoje com inúmeras aplicações, como alarmes, controles remotos ou leitores de CDs.
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