SOMENTE NO ACERVO
DA REVISTA CH
 
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
 
  REVISTA CH 181 - ABRIL DE 2002

DESTAQUE
Drogas - reflexões sobre uma indústria altamente rentável
Nesta edição, reunimos diferentes especialistas para discutir a questão das drogas e oferecer ao leitor uma extensa gama de opiniões. Munido com os dados e comentários aqui fornecidos, o leitor poderá desenhar um retrato das drogas no Brasil e no mundo a partir de uma perspectiva própria.
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Um panorama no Brasil e no mundo - Nos últimos 30 anos, inúmeros esforços foram feitos para deter o crescimento das drogas como poder econômico e fator degradante da sociedade. Mas postura radical (repressão severa e encarceramento) já demonstrou ter pouca eficácia e gerar efeitos colaterais.

Nada de novo no front - O autor defende que a descriminalização do uso e comércio de drogas não parece uma idéia chocante e insensata, se levarmos em conta que, em nosso país, a maioria dos condenados por tráfico de entorpecentes não são os verdadeiros 'chefões' das drogas, mas jovens negros e pobres recrutados pelo mercado ilegal.

A idade da desordem - A relação entre drogas e criminalidade é indiscutível. Nos países em que foram adotadas medidas descriminalizantes dos entorpecentes o número de crimes aumentou. Aqui, o autor defende que a descriminalização não é a melhor maneira de combater crimes e drogas, pois pode levar o país a um processo de narcotização semelhante ao da Colômbia.

Utopia e realidade: o desafio da nova Lei de Tóxicos - Uma análise dos artigos presentes nas leis, como a nova Lei de Tóxicos, deixa claro que eles tratam questões como dependência, prevenção e penalização de maneira utópica. O desafio dos profissionais de direito é moldar essas referências em favor da verdade - e não da vaidade.

A política de saúde pública no Brasil - Urge criar uma política de saúde pública respaldada em dados científicos, que permita criar campanhas adequadas a cada setor da sociedade envolvido no problema de drogas, e que se contraponha ao modelo represivo adotado anteriormente.

 

Há 20 anos em Ciência Hoje: Um país que já foi jovem
A primeira edição da revista CH, publicada em julho/agosto de 1982, anunciava perspectiva de crescimento para a população brasileira segundo o censo de 1980. Vinte anos depois, o número de habitantes do país ficou dentro do total previsto: 169,8 milhões. Também foram verificados a redução do tamanho da família brasileira e o aumento do número de idosos.
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O leitor pergunta
Na seção de dúvidas dos leitores, você fica sabendo que danos a instalação de antenas de telefonia celular em condomínios pode causar à saúde dos moradores do prédio e arredores e se uma pessoa que nunca teve dengue pode contrair a forma hemorrágica logo na primeira contaminação.
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Entrevista: Elisaldo Carlini - Legalizar drogas não, descriminalizar sim
Confira em CH 181 uma entrevista polêmica em que o diretor do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, Elisaldo Carlini, que integra a Junta Internacional de Controle de Narcóticos, defende a descriminalização das drogas e admite o consumo esporádico e controlado de entorpecentes, desde que não programe a vida do usuário.
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Mundo de Ciência
Na seção Mundo de Ciência, você confere o artigo publicado na revista Nature que sugere que os Tyrannosaurus não teriam músculos suficientes nas pernas para caçar animais corredores. Além disso, você lê sobre a descoberta de um novo estado fisiológico do sono e a hipótese de físicos europeus que sugere a existência de ralos espaciais, espécies de buracos negros em formato de anéis rotatórios.
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As 'casas subterrâneas'
Em abril, CH traz um artigo sobre as moradias subterrâneas no Planalto Meridional, do Rio Grande do Sul a São Paulo, nas quais habitavam indígenas. As datações mais antigas, obtidas com método de carbono 14, revelam que as aldeias remontam ao século 2 d. C.
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Memória - o dia em que o olhar sobre o mundo mudou
A idéia de que África e América do Sul já estiveram juntas no passado remonta ao filósofo inglês Francis Bacon, no século 17, mas foi o metereologista alemão Alfred Lothar Wegener (1880-1930) quem sistematizou a teoria da deriva continental, em 1912. A seção Memória de abril mostra o esforço do meteorologista alemão para suportar sua hipótese com os escassos dados geológicos então existentes.
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Em Dia
Mesmo durante longo período de abstenção, crack e cocaína produzem efeitos nocivos sobre a memória e capacidade de aprendizagem. Na seção Em Dia de abril, leia sobre a pesquisa que chegou a essa conclusão, e também uma pesquisa inédita que revela a influência da combinação do consumo de álcool e outras drogas na ocorrência de acidentes. Há outro artigo sobre a dependência química entre médicos e o risco de mutilação devido à inflamação de piercings.
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Ensaio - Muito antes dos relógios mecânicos
O Ensaio deste mês aborda a reflexão humana sobre o tempo, desde os questionamentos propostos por pensadores como Aristóteles na Grécia do século 3 a.C. até o sistema teórico proposto pelo filósofo Emmanuel Kant na Alemanha do século 18. O texto também apresenta a evolução dos relógios e algumas curiosidades.
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Primeira Linha
O chamado DNA lixo apresenta seqüências repetitivas de nucleotídeos e é capaz de se reproduzir e deslocar para outros locais do genoma. Na seção Primeira Linha de CH 181 você conhece mais este DNA e também o projeto virtual da 'rede de memória visual da Baía de Vitória', e o estudo sobre os ovos de crustáceos que podem apontar o potencial de regeneração da vida na baía de Guanabara.
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