|
|
O leitor pergunta - Por que levamos choque ao tocar em objetos sem corrente elétrica? - Como os mergulhadores anotam informações debaixo d'água? - Que efeitos o feto pode sofrer se uma mulher tomar pílulas anticoncepcionais na gravidez? - A água superaquecida pelo calor interno da Terra pode ser extraída de poços profundos e usada para gerar energia?
|
|
|
|
Entrevista: Júlio César Voltarelli – O campo promissor das células-tronco Uma boa notícia para os que sofrem do diabetes de tipo 1 e outras doenças auto-imunes. Uma equipe da Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto está desenvolvendo uma terapia baseada no transplante de células-tronco da medula óssea que promete oferecer uma alternativa para o tratamento dessas doenças. O entrevistado da CH de junho é o líder da equipe, o imunologista Júlio César Voltarelli.
|
|
|
|
Mundo de ciência O destaque da seção neste mês é a descoberta do fóssil da Najash rionegrina – espécie de cobra origem terrestre que possuía cintura pélvica e patas –, que deve revolucionar a história da evolução das serpentes. A seção traz ainda outras novidades da ciência internacional, como a descoberta da mais forte cola do mundo animal, fabricada pela bactéria Caulobacter crescentus, e a construção de um olho de inseto artificial que pode melhorar a tecnologia de captação de imagens.
|
|
|
|
A propósito: Sempre a cor da pele A crença de que a cor da pele ou o clima determinam o desenvolvimento intelectual e econômico dos povos ao longo da história é um mito, embora muitos pesquisadores ainda o defendam. Na coluna A Propósito deste mês, Franklin Rumjanek critica trabalhos recentes que apontam uma relação direta entre temperatura, cor da pele, QI e renda per capita e alega que essa abordagem fere o método científico, o bom senso e a história.
|
|
|
|
O planejamento urbano e a questão fundiária O primeiro artigo da série sobre caos e exclusão social nas cidades mostra como o planejamento urbano no Brasil tem contribuído mais para excluir socialmente os cidadãos do que para minimizar as desigualdades. Assinado por duas pesquisadoras da USP, o artigo aponta o papel-chave que a propriedade fundiária e imobiliária desempenha nesse aparente paradoxo e apontam propostas para reverter esse quadro.
|
|
|
|
|
|
Transporte, sociedade e futuro
O transporte de cargas e pessoas nas grandes cidades vem se tornando insustentável nas últimas décadas. Neste artigo, dois pesquisadores da UnB admitem que as contribuições da engenharia de transportes não bastam para solucionar os problemas e apostam em um novo enfoque, multidisciplinar e dinâmico, para essa questão.
|
|
|
|
Curitiba: um exemplo no caos urbano? A capital do Paraná é reconhecida como uma das cidades com o espaço urbano mais bem organizado no Brasil e no mundo. Apesar disso, tem vários problemas de planejamento urbano, principalmente se forem considerados os municípios de sua região metropolitana. Este artigo de pesquisadores da UFPR mostra como é paradoxal a visão de Curitiba como uma “capital de Primeiro Mundo”.
|
|
|
|
Ensaio: As moléculas da hereditariedade O Ensaio deste mês apresenta resultados de um estudo sobre a abordagem do DNA e das proteínas nos livros de biologia do ensino médio. A pesquisa constatou que poucas páginas são dedicadas à relação desses conceitos com a evolução e a hereditariedade. Como eles são fundamentais para entender conceitos como clonagem e testes de paternidade, os autores defendem que os livros sejam mais completos.
|
|
|
|
Opinião A seção Opinião traz dois artigos em junho. O primeiro alerta para o grande número de golfinhos que morrem capturados acidentalmente nas inúmeras redes de pesca no mar. O segundo critica a diminuição do orçamento do Ministério de Meio Ambiente nos últimos dez anos – o autor defende que não é possível manter a diversidade brasileira e as 95 unidades de conservação ambiental do país com os recursos disponíveis.
|
|
|
|
|
|
|
Primeira Linha
A seção Primeira Linha traz dois artigos em junho. O primeiro relata um levantamento feito em Minas Gerais sobre um grupo de invertebrados aquáticos pouco conhecidos: o zooplâncton. O segundo artigo destaca a importância do estudo de pegadas de animais do cerrado brasileiro, que permitem conhecer a fauna de certas áreas, o tamanho de populações e o uso de hábitats em variadas épocas. (595 KB)
|
|
|
|
Resenha: Uma nova visão do universo A obra em destaque neste mês é No reino dos astrônomos cegos, do jornalista de ciência Ulisses Capozzoli, que conta a história da radioastronomia. O resenhista festeja a ênfase que o autor dá ao desenvolvimento da radioastronomia no Brasil e considera a obra uma iniciativa feliz para aproximar a astronomia da população geral, embora critique a perda de ritmo do livro em sua segunda metade, que apresenta questões políticas da radioastronomia brasileira.
|
|
|
|
Memória: Uma nobre função A seção Memória de junho comemora os 150 anos da descoberta do papel do pâncreas na digestão, obra do cientista francês Claude Bernard (1813-1878), que consolidou a medicina experimental e foi um dos primeiros a utilizar animais para verificar os trabalhos científicos. Seu primeiro grande trabalho, publicado em 1856, constatou que função do suco pancreático era digerir gorduras, mas o estudioso também é conhecido por ter descoberto o papel do fígado no metabolismo dos açúcares.
|
|
Qual o problema? Em sua coluna deste mês, Marco Moriconi pede que o leitor se coloque na perspectiva de uma formiga – interessada por problemas de matemática, claro. A formiga está faminta e precisa de um torrão açúcar situado na superfície de um cone. Como ela precisa poupar energias, eis o desafio: qual o menor caminho que a formiga pode percorrer para chegar ao alimento?
|
|
|