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CHC 163 - Novembro de 2005
Ritos de passagem: o que vamos celebrar?
A gente muda muito na vida. Não é à toa que volta e meia surge alguém dizendo: “Como você cresceu!”. Pois nesta edição a CHC mostra o jeito especial dos índios marcarem os momentos de mudança que surgem ao longo da sua vida: os ritos de passagem. Confira também o texto que conta a história do caleidoscópio e ensina a construir um. Opa! Achou o nome caleidoscópio difícil de falar? Então, não perca o texto que explica a importância da audição para a pronúncia correta das palavras! Explicamos ainda por que a alimentação é fundamental, por que a arara-azul-de-lear está ameaçada de extinção e o que faz um etólogo. Boa leitura!

Para marcar as mudanças da vida
No artigo de capa desta edição, você vai conhecer Walako, um índio da aldeia dos Kuikuros que está prestes a completar 13 anos: uma idade importante para seu povo, pois representa a mudança da fase infantil para adulta. Essa nova etapa da vida merece uma comemoração que, para os índios, representa o rito de passagem. Durante esse período, Walako aprenderá com os mais velhos tudo o que um homem adulto precisa saber. Conheça a importância desses ritos e como eles acontecem nas aldeias indígenas!


Passaporte para um mundo multicolorido
Um tubo cheio de caquinhos de vidros coloridos que formam infinitos desenhos quando refletidos nos espelhos. Sabe do que estamos falando? Do caleidoscópio! A palavra é comprida e meio esquisita... Mas esse é o nome de um brinquedo criado em 1817 na Inglaterra que faz sucesso até hoje e pode ser facilmente construído por você! Saiba como ele surgiu e aprenda a construir um!


Quando crescer, vou ser... etólogo!

Ele não é veterinário nem zootecnista, mas estuda como cada animal vive e se adapta ao seu meio, como eles se acasalam, como se relacionam entre si, como buscam seu alimento, como se orientam no espaço e muitos outros detalhes. Já sabem quem é? A pista está lá no título. Então, descubra na CHC de novembro como trabalha esse especialista!

Os furinhos da máquina de lavar
Lavar roupa pode ser uma atividade cansativa para muitos, mas não para os dinossauros Rex e Diná. Eles descobriram uma experiência fantástica que explica para que serve aquele cilindro cheio de furinhos que fica girando dentro da máquina de lavar. Você já sabe? Então, aprenda a fazer na CHC deste mês uma experiência para enteder por que o pano que entra molhado sai quase seco da máquina.


E mais...
Conto, passatempo, quadrinhos, jogos, bate-papo, cartas e poema!


Por que temos de comer?
Muita gente vive cansada, fraca, desanimada e até um pouco triste. Isso pode ser falta de alimentação. Comer faz bem para o corpo e para  a mente: quando estamos alimentados, ficamos mais dispostos, somos capazes de pensar melhor e até mais bem-humorados. Sem falar que uma boa alimentação evita doenças! Entenda na CHC deste mês a importância da alimentação e conheça a quantidade de alimentos ideal para cada um.


Ouvir bem para falar bem
Os bebês aprendem falar ouvindo seus pais. Mas quando o ouvido não funciona bem, o que se escuta não é exatamente o correto. Você já viu alguma criança falar “pola” ao invés de bola, ou “fassoura” no lugar de vassoura? Pois é, muita gente procura o fonoaudiólogo porque troca as letras para falar ou escrever.  Essa dificuldade não ocorre por falta de inteligência ou interesse, mas por conta de um distúrbio na audição. Saiba como funciona o nosso ouvido e como melhorar o problema da fala na CHC 163.


Como são dados os nomes dos furacões?
Já percebeu que os furacões têm todos nomes de pessoas? A prática de batizar esses fenômenos com nomes próprios começou nos anos 1950, quando os especialistas passaram a identificá-los por meio das imagens de satélites. Até então, os furacões eram chamados por números e por vezes nem chegavam a ser detectados. Katrina, Rita, Wilma são alguns dos nomes já conhecidos. Nesta edição de novembro, a CHC explica como eles são escolhidos por especialistas.


Arara misteriosa
A arara-azul-de-Lear é a espécie em destaque na Galeria de Bichos Ameaçados de novembro. Essa ave ainda pouco conhecida foi descrita em 1856 pelo príncipe Charles-Lucien Bonaparte, sobrinho de Napoleão Bonaparte. Natural do Nordeste brasileiro, ela é capaz de consumir até 350 cocos por dia! Mas a espécie corre risco de extinção: até os anos 1980, sua população era de apenas 60 indivíduos!

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