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REVISTA CH 250 :: JULHO DE 2008
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DESTAQUE
Vacinas
versus
autismo: qual o risco real?
É inegável que a vacinação é importante para conter uma série de doenças, como poliomielite e sarampo. Mas críticos apontam que a presença de mercúrio nas vacinas infantis pode causar autismo. Em março deste ano, em um pronunciamento sem alarde, o governo norte-americano reconheceu um caso de problemas de desenvolvimento neurológico ligados à substância. A polêmica sobre a segurança ou não das vacinas é antiga e divide a opinião pública. Para saber mais sobre a questão, leia o artigo de capa da CH de julho.
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Entrevista: Victor Andrade de Melo – Um produto chamado esporte
O entrevistado da edição de julho da CH é o pesquisador Victor Andrade de Melo, coordenador do Laboratório de História do Esporte e do Lazer da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Melo é organizador do livro
História comparada do esporte
e fala nessa entrevista sobre a origem da prática esportiva, o uso comercial e político do esporte e a paixão nacional brasileira: o futebol.
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Mundo de ciência
A seção Mundo de ciência da CH 250 discute um assunto que instiga a curiosidade de muitos: ressuscitar espécies extintas. A idéia de vencer a morte por meio da ciência ganhou força com a publicação de um estudo feito com material genético de tigres-da-tasmânia extintos. Confira ainda outras novidades da ciência internacional, entre elas a pesquisa que aponta como o aumento da acidez dos oceanos afeta os ecossistemas e o fóssil de vivíparo mais antigo já encontrado.
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A propósito: O sensato e o insensato
A discussão sobre a existência ou não de Deus é antiga e dificilmente se chegará um dia a uma resposta definitiva. Mas a criação de mitos e a interpretação mística da natureza é algo que claramente reflete a fragilidade humana frente à força dos fenômenos naturais. Na coluna A Propósito deste mês, Franklin Rumjanek debate esse sentimento humano de atribuir ao divino aquilo que não pode controlar e defende que hoje a maior ameaça ao homem não vem da natureza, e sim dele próprio.
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Conselheiro Aires: o cético sábio de Machado de Assis
O ano de 2008 marca o centenário da morte de um dos maiores nomes da literatura brasileira: o romancista Machado de Assis. Este ano também é marcado pelos cem anos da publicação de seu último livro,
Memorial de Aires,
lançado pouco antes de sua morte. Apesar de Machado ser lembrado por outras obras, o personagem central desse livro é um dos mais intrigantes já criados pelo autor e é tema de artigo da CH de julho.
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Evolução molecular dos ovos
A clássica pergunta “quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha?” já foi respondida graças aos estudos de Charles Darwin sobre a evolução. Antes das aves atuais, outros animais já se reproduziam por meio de ovos. Na verdade, a oviparidade é mais comum entre os seres vivos do que se imagina. Artigo da CH deste mês analisa como o estudo de moléculas específicas encontradas nos ovos pode ajudar a compreender a evolução dos vertebrados.
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As interpretações da mecânica quântica
Ao lado da teoria da relatividade, a mecânica quântica é um dos pilares que sustentam a física contemporânea. Nos últimos 100 anos, experiências têm comprovado com enorme precisão suas previsões, mas a concordância em relação ao formalismo da teoria não evita que ela tenha dezenas de interpretações diferentes.
Artigo da CH 250
discute os motivos dessa falta de consenso sobre o que a mecânica quântica diz da nossa realidade.
(1,8 MB)
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Opinião: Vacinas – vontade política que salva vidas
Com o anúncio de progressos importantes no uso de vacinas para combater doenças como malária, meningite e dengue, o governo e a indústria no Brasil estão caminhando a passos largos para que o país se torne referência mundial no fornecimento de vacinas. Na seção Opinião da CH deste mês, Calil K. Farhat, da Universidade Federal de São Paulo, e José Luiz Gomes do Amaral, presidente da Associação Médica Brasileira, discutem os avanços e desafios do Brasil nessa área.
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Primeira Linha
A seção Primeira Linha da CH 250 traz um estudo sobre os atropelamentos de animais em estradas, cujos resultados podem ajudar na preservação da fauna. As mortes por atropelamento são apontadas como a segunda maior causa de redução da biodiversidade animal em todo o mundo. Um segundo artigo trata da perda gradativa do conhecimento tradicional sobre plantas medicinais em Minas Gerais.
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Resenha: Uma aula de divulgação científica
Além de grande cientista e ativista político pela paz, o físico alemão Albert Einstein buscou, ao longo de sua vida, difundir e popularizar suas idéias para um público mais amplo. A CH de julho traz uma resenha do livro
A evolução da física,
escrito em 1938 por Einstein, em parceria com o polonês Leopold Infeld, e hoje considerado um clássico da divulgação científica. Este livro teve grande repercussão, com traduções para diversas línguas, e influenciou jovens a seguirem a carreira de cientista.
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Memória: Uma longa seqüência de gerações
Uma célula só pode ser gerada por outra célula já existente. O que hoje nos parece óbvio não passava de teoria há 150 anos. A seção Memória da CH de julho relembra o trabalho do patologista alemão Rudolph Ludwig Karl Virchow (1821-1902), que, ao observar o desenvolvimento de células ao microscópio, finalmente confirmou a veracidade dessa hipótese.
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Sobre Humanos: Sobre a tortura
Nas últimas décadas do século 20, uma onda de regimes democráticos passou a substituir regimes ditatoriais em diversos países do mundo, entre eles o Brasil. Em meio às incertezas da democratização, estava presente um impulso de superação do passado autoritário, quando imperavam as práticas de tortura. Na seção Sobre Humanos deste mês, Renato Lessa discute o uso da tortura como exercício de poder e a anistia concedida a torturadores.
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Qual o problema? – Chocolate, café, bolinhos...
Nada melhor do que reunir os amigos e a família em uma animada tarde de jogos e guloseimas. Na coluna Qual o Problema? da CH 250, Marco Moriconi mostra alguns desafios com barras de chocolates, bolinhos e café e instiga o leitor a descobrir quantas vezes é preciso cortar uma barra de chocolate para distribuir pedacinhos entre seus amigos.
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